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pesquisas em andamento
doutorado

Itamaraty:
Um Palácio-Arquivo de Brasília

doutorado
2019 [em andamento]

estudante
José Airton Costa Junior
orientadora: Elane Ribeiro Peixoto

O objeto de estudo é a o acervo físico exposto e a documentação existente nos arquivos do Ministério das Relações Exteriores (MRE) – Palácio Itamaraty em Brasília. O recorte temporal abrange o período histórico da construção do Palácio Itamaraty, antes mesmo de sua inauguração em 1970, ao atual momento. O Itamaraty detém a custódia de toda a documentação arquivada na sede do Ministério das Relações Exteriores (MRE) em Brasília, investiga-se como este acervo tem sido identificado, classificado, catalogado, colecionado, preservado, mantido em segurança, exposto e divulgado, tendo em vista a hipótese elaborada de que o edifício e seu acervo constituem um arquivo valioso para a história da construção da Capital Federal e do modernismo brasileiro. Poder-se-ia atribuir ao Palácio Itamaraty a condição de Palácio-arquivo?

Arquitetura Contemporânea em Brasília

doutorado
2020 [em andamento]

estudante
Anna Luísa Albano
orientadora: Elane Ribeiro Peixoto

A pesquisa discute a produção arquitetônica contemporânea da cidade de Brasília com ênfase nas duas últimas décadas. O ponto de partida da pesquisa é o início da cidade, tendo por referência não a arquitetura icônica do Eixo Monumental, mas a arquitetura residencial. O interesse volta-se para o estudo das residências unifamiliares construídas na capital federal ao longo de suas seis décadas, recorte que se justifica por tratar de uma tipologia que permite a inclusão de grupos de jovens arquitetos destacados em periódicos e concursos públicos a partir dos anos 2000. No momento inicial, o trabalho se dedicará ao estudo das casas dos arquitetos modernos, as “pioneiras”, partindo da hipótese de que a produção contemporânea faça parte de um percurso que tem início nos primeiros anos da cidade. As residências modernas serão problematizadas a partir de uma perspectiva histórica, todavia, não se desprezando seus aspectos formais, funcionais e simbólicos que importam no entendimento de uma nova forma de morar, compatível com a cidade Bossa Nova. O trabalho prossegue para as análises dos projetos da geração dos contemporâneos, com obras em geral situadas dentro do perímetro do Plano Piloto de Brasília..

Yvonne Jean: Representações de Brasília a partir da Perspectiva de uma Refugiada Judia

doutorado
2023 [em andamento]

estudante
Ana Flávia Rêgo Mota
orientadora: Elane Ribeiro Peixoto

Histologista belga, Yvone Jane desembarcou no Rio de Janeiro em 1940 como refugiada judia. Na antiga capital federal, abandou sua carreira de cientista para tornar-se jornalista, escritora, interprete e tradutora. A convite de Darcy Ribeiro, Yvone Jean mudou-se para Brasília para colaborar na criação de sua universidade e foi atuante no cenário cultural: escreveu e publicou crônicas, concebeu e ministrou cursos de arte e formulou guias turísticos para a cidade recém-criada. O acervo documental deixado por essa curiosa personagem encontra-se disponível no arquivo público e constitui-se em fonte rica para pensar as representações que criou para a nova capital.  Além, dos textos, programas de cursos e roteiros turísticos, Yvone Jean deixou um registro de suas memórias no qual relata sua fuga da Bélgica invadida pelos nazistas. De que Brasília ela fala? E como essa é atravessada por sua condição de refugiada? A perspectiva de abordagem é a da história cultural com aberturas para a escrita de si.

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